Sexo anal – Luiz Biajoni

Outubro 19, 2006

Sei que tenho sido meio relapsa com o Literatices Eróticas, mas vcs sabem como é criança com brinquedo novo? Assim sou eu com o novo blog Podolatria Brasil. Hoje o Biajoni comentou lá, e eu lembrei que quando postei um trecho do Sexo Anal, tinha uma cena de podolatria ótima. Resolvi então aproveitar o assunto do novo blog e postar o tal trechinho… Muito bom!


(…)

Na agência, Ana não teve dúvida: pediu auxílio para o técnico de informática, o Alexandre, para localizar o tal Luiz.

O Alexandre, esse técnico, era um nerd gordinho e tarado, pervertido por pés. Todos na agência sabiam, ele colecionava fotos de pés. E Ana fazia o seu deleite indo trabalhar sempre com sandálias que deixavam seus lindos e pequenos pés e dedos à mostra. Muitas vezes, quando falava com ele, apoiava o pé na cadeira para que fi casse ainda mais retesado, mais à vista. Ela gostava de fazer isso, provocar ele.

Ela passou as informações para ele e o rapaz disse que conseguiria o que ela pedia – mas queria uma “recompensa”. Ao final do expediente queria beijar os pés da colega.

- Alê! Você é um doido tarado!

- Pode ser… Mas eu consigo isso que você quer e você me dá o que eu quero. Não vai doer nada, são só alguns minutos de beijinhos…

- Ah!… Tudo bem.

Direto e sem rodeios, Alexandre ligou para o jornal e pediu para falar com Virgínia. Ela não estava. Falou com Valéria.

- Oi. Eu sou amigo do Luiz, namorado da Virgínia. E perdi o telefone dele… Será que você pode me passar?

- Eu não tenho o número dele, mas ele trabalha no escritório Nova Era…

- Ah, é! Obrigado.

Alexandre não perdeu três minutos no levantamento. E contava cada um do dia para refestelar-se nos pés gostosos da Ana.

(…)

O pessoal começou a sair, falando tchau, até amanhã. Alexandre estava lá com um pedaço de papel entre os dedos, olhando malicioso para Ana. “Ai, ai!”, pensou ela.

- Tá aqui o telefone do trabalho do cara. Agora vamos ali na copa, você tira a sandália e me deixa beijar esse pézinho lindo.

A copa era pequena, tinha uma pia de azulejos azuis. Ana sentou na pia. Ele ajoelhou no chão e foi tirando devagar a sandália, enquanto a garota ia fazendo cara de enfastiada.

- Ah, Alexandre! Pára com isso, meu pé está todo sujo… andei o dia inteiro! E essa sandália me dá um cheiro horrível!

- Tá ótimo, Ana! Fica quieta! Me dá cinco minutos!

- Cinco minutos!

E o rapaz deixou cair as duas sandálias de uma só vez. Apanhou os dois pés pelo tornozelo e encostou as duas plantas nas faces… inspirou fundo o cheiro de suor e chulé.

Ana estava com uma bermuda jeans larga e, ao abrir as pernas, Alexandre pensou sentir um pouco também do cheiro da boceta da moça. Ficou o cheiro salgado misturado ao doce – o pau dele duro, louco para sair.

Tirou a língua e se pôs a lamber as solas, entre os dedos, mordiscar as calosidades… No princípio a garota achou nojento – mas se entregou e chegou a sentir algum prazer. Quando se preparava para pedir pro rapaz parar notou que ele estava com o pau pra fora, gozando copiosamente no chão de ladrilho. Ela deu um pulo.

- Você é um louco, Alê!

Agarrou o papel com o telefone do escritório do Luiz e saiu – deixando o outro lá, ajoelhado no chão, em meio a contrações.

(…)

É isso aí pessoal, a lista de discussão onde esta bela mocinha que vos escreve é moderadora, agora também é um blog. Um espaço especialmente voltado para textos sobre podolatria. Relatos, contos, mensagens veiculadas na lista, mural para recadinhos podólatras, enfim, tudo o que possa ser pertinente para esta divulgação do fetiche da podolatria.
A iniciativa aconteceu na marra, já que tiraram o site Podolatria Brasil do ar e está havendo a maior burocracia para colocar de novo. Só é bom que enquanto isso, vamos divulgando a podolatria de um jeitinho diferente, mais ágil e dinâmico, como só os blogs sabem ser. Passa lá e vê.
Nossa!!! Eu não canso de ir no blog do Márcio Leandro. Que paixão, que inspiração… Contos para Lilith* Eliane, passa lá, sei que irão gostar de todos, como eu.


Quando me invade pelos poros,
essa mulher com seu fogo,
me queima a pele, me arde o sexo.

Por ela eu vivo a incoerência
de sentir o prazer solitário,
de me tocar como se fosse ela,
de gozar sozinho e esparramado
na cama, sonhando com ela.

Quando essa mulher chega nua,
nos meus sonhos,
derramo meu gozo pelos lençóis
e meu sêmen é dela, inteiro.

Se essa mulher soubesse o poder
que tem pelo meu corpo e minha mente,
se deitaria nua, me pediria sem conter
que a possuísse, agora… de repente