Esta madrugada eu conversava com um amigo, o Greco. Ele nem sabia, mas foi este site (clica no nome dele) um dos primeiros que encontrei em minhas buscas pela net quando fiquei muito intrigada pela podolatria e o prazer/repulsa que eu sentia por ela. Mais adiante o conheci via listas de podolatria e hoje temos um contato mais real.

Pois bem, voltando ao que conversávamos. Entre muitas coisas ele comentou sobre o novo livro do Glauco Matoso (A PLANTA DA DONZELA – uma releitura radical do clássico A PATA DA GAZELA de José de Alencar, na qual GM leva às últimas conseqüências a tara pelo pé feminino) e também sobre a necessidade do autor em transgredir. Acho que no fundo todos temos, poucos tem coragem de realizar, mas enfim… Fui dar uma olhadinha no site do Glauco (clica no nome dele que também chega lá), e tem muita coisa boa, muita coisa forte, muita coisa que choca, muita coisa que enoja, mas tem principalmente, muita coisa de alguém que não teme se expressar.

SONETO 65 DESCALÇO

O pé da mulher linda é também lindo.
Assim deseja o macho que é tarado
por pés, e ninguém vê nada de errado
se a fêmea, ao descalçar-se, está despindo.

O pé do macho feio é mais bem-vindo
a quem é cego e está inferiorizado.
Este é o meu caso: escândalo e pecado,
segundo alguns; e os outros ficam rindo.

O pé da mulher linda é adocicado
devido ao trato fino e ao mel do beijo.
O pé do macho é fétido e salgado.

Mas eu, conhecedor do melhor queijo,
de letra tiro o hilário e sujo lado:
Sem pejo rimo o pé com meu desejo…

Mais sobre Glauco Matoso, clique aqui.
Para adquirir o novo livro A Planta da Donzela, clique aqui.
Gente, estou louca para ler este livro, A Entrega – Memórias Eróticas de Tony Bentley, mas sem grana demais pra comprar, portanto, lanço aqui a campanha: “Eu quero o meu livro da Tony Bentley” (tal qual o “eu quero a minha caloi” dos anos 70). Principalmente depois que li a resenha do livro por Biajoni no sublinhado.
Ahhhhh, eu quero…
**Fazendo beicinho e carinha de pidona**
“la posibilidad de escribir sobre papel con una lapicera o lápiz …
o bien sobre un cuerpo cálido de mujer,
trazando suavemente letras con extensiones de mi cuerpo…”

Gracias Christian!

Sei que o título desse post parece até nome de banda da década de 80, mas não tem nada a ver. A ver tem o blog do artista plástico Sérgio Efe, Cantodecá, no MSN espaces.
Já comentei dele por aqui, quando postei o seu Beijo Antropofágico. Esta semana li no blog do Biajoni que dia 25/10 vai rolar uma vernissage do moço em Sampa a partir das 19h30 na Aliança Francesa, Av. Santo Amaro, 3921. Mais detalhes vai no blog do moço, tenho certeza que ele terá prazer em tirar possíveis dúvidas.
Quanto ao Cantodecá, é um espaço super gostoso de chegar, os comentários são rápidos e inteligentes. Sempre finalizados por uma imagem legal do Efe. Vale a pena dar uma olhadinha.
*Clicando nos vermelinhos tem link para os endereços citados.
…enquanto isso no Jardim da Deusa Mazinha

Um pobre homenzinho tenta desesperadamente escapar da malvada Beattrice, escalando uma arvorezinha no jardim, pensando que no meio das folhagens a malvadona não o perceberia.

É então que ele começa a ouvir as folhagens mexendo, o que para uma coisinha tão minúscula é um barulho assustador. Percebe que o seu fim está perto, mas bravamente continua a subir, na vã tentativa de salvar sua vida. Quem sabe se conseguir fugir da malvada possa uma vez mais ser um homem normal. É então que ele ouve a sua voz doce e o seu riso debochado:

- Ahaaaaaaaaaa!!! Te encontrei coisa pequena! Por acaso pensou que podia fugir de mim???

- Não Senhora – disse ele cheio de medo – Estava apenas me exercitando, ficando sarado para a Senhora.

- Pensa que acredito nisso, coisa pequena? Estava fugindo sim, e vc me pegou em um péssimo dia, estou em TPM. Vou te catar agora pelos fundilhos e te esmagar num crush monumental. Vai virar pastinha de coisa pequena, e se minha cadelinha quiser, passo a pastinha no pão, para que ela coma como patê!

- Não Senhora, por piedade, não faça isso.

- Faço sim, quem você pensa que é para tentar fugir de mim?

Ela então descalça o tamanquinho de couro, o qual havia passado todo o dia e aproxima seu belo pé direito, com seus dedos longos, do homenzinho insignificante. O cheiro do suor do pé dela chega a arder as narinas do pequeno. Ela cata ele com o dedão e o segundo dedo, como quem pega um lápis que caiu no chão. Chega a assustar a facilidade com que a malvada faz isso, e ele pensa em quantos homens ela já terá esmagado entre seus dedos?!

Nesse momento, ele ouve barulho de coisas quebrando, ela coloca ele no chão, mas em cima dele coloca um copo de vidro. Ele fica ali, preso, com seu ar quase escasso. O que será que ela quer? Pra que tanta tortura?

É então que ele vê os pés de outra Deusa malvada se aproximando. Dona de pés lindos, unhas perfeitas, calçando uma belíssima sandália de tirinhas coloridas, palmilhas de oncinha. Ele ouve quando a malvada Beattrice chama-a de Deusa Juliete.

- E então Ju? Já treinou bastante com os bonequinhos? Achei o pequeno que havia te falado, escondido entre os arbustos. Eu não sei como essa coisa insignificante, pode sonhar que conseguiria fugir de nós.

Neste momento, a Deusa juliete se aproxima e coloca um bonequinho diante do copo, e enquanto desce os seus belos pés sobre o pobre do boneco, fala com a voz mais doce:

- E aí pequenino, preparado para sucumbir sob meus pés?

Desesperado o pequenino chora, apesar de todo o medo, toda a humilhação, está terrivelmente excitado e desesperado começa a masturbar-se, talvez esse fosse o seu último orgasmo antes da sua morte. Enquanto ele se masturba, as duas se divertem quebrando os homenzinhos de plástico, carrinhos e todo resto que encontarm pelo caminho. Elas parecem perceber seu medo, seu pavor, sua excitação e se divertem com isso.

E então, como se não bastassem as duas malvadas a brincar, e torturá-lo, chega a terceira, a Deusa Mazinha, poderosa em seu escarpin preto, soberana e calma. Coloca os pés sobre um carrinho de plástico e calmamente começa a arrastá-lo para um lado e para o outro, com uma calma absurda. Ele está ali, dentro daquele copo, incapaz de fugir, apavorado, mas ao mesmo tempo latejando de tanto desejo, masturba-se cada vez mais freneticamente, vendo o carrinho pra lá e pra cá! Ela então, malvadamente percebendo a excitação dele, aumenta gradativamente o ritmo.

E quando ele está ali, dentro daquele copo, realmente prestes a ejacular, a malvada Beattrice fala com a sua voz zombeteira de sempre.

- Nananinanão pequenino!!! Quem disse que eu permiti que ejaculasse???

Ela então tira o copo de cima dele, ordena que ele se deite no chão. Ele implora por sua vida, mas ela parece impassível, as outras duas malvadas. Estão próximas, sorridentes e excitadas com aquela sua condição ridícula, mesmo sabendo estar à beira da morte, ele se encontra com o membro em riste. Ele então vê o pezão da malvada Beattrice descer lentamente sobre ele, com o dedão assustadoramente esticado. Como se com aquele gesto dissesse ok para as outras duas malvadas.

-É agora meninas!!!

E como se tivessem combinado, cada uma pisa em um membro do pequenino. Uma começa pisando o braço esquerdo, outra a perna direita e a malvada Beattrice a perna esquerda. Ele urra de dor e implora por piedade, mas tudo o que ouve são as risadas das malvadas. Nesse momento Beattrice fala em um tom meio debochado.

- Ahhhhhh pequenininho, eu sou tão boazinha, mas tão boazinha, que estou deixando a sua mãozinha direita livre, masturbe-se! Prometo que se o esguicho de esperma chegar a altura dos meus joelhos, eu te deixo viver. Não é mesmo meninas???

E as outras duas caem numa gargalhada, como se a malvadona tivesse dito a coisa mais engraçada do mundo. Ele se enche de esperança, o que tem a perder??? Afinal, ter um braço, cabeça, tronco e penis é melhor que a morte.

E começa a sua sôfrega tentativa. Masturba-se cada vez mais, com desejo e vontade. A dor que sente, quase chega a anestesiá-lo, quase ao ponto de um desmaio, mas a visão daquelas tres enormes gigantas é talvez a cena mais humilhante e também a mais excitante de sua vida. A esperança de ser poupado, alia-se ao tesão daquela cena surreal. E é então que ele grita.

- É agora senhora! Vou gozar, tenho certeza que o meu tesão é tanto que chegará a altura dos seus joelhos. É agora! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh…

Neste momento então, as malvadas tiram os pés do pequenino, olham para o joelho de Beattrice e vêem que ele realmente cumpriu seu intento, chegou sim a melar o joelho da malvada. Beattrice então dá um suspiro, olha para o rosto das amigas e pergunta:

- Vamos tirar no zerinho ou um??? – E as outras concordam.

Sem entender o que está acontecendo, o pequenino, com um braço e duas pernas esmagadas perguinta o que está acontecendo. Nesse momento a Deusa Mazinha, que havia ganho a disputa, dá um sorriso lindo, olha diretamente em seus olhos e diz:

- Você não percebeu pequenino??? Eu ganhei a disputa, e agora vou esmagá-lo!

Ele deseperado lança um olhar para Beattrice e implora em uma última tentativa.

- Mas… Mas… A Senhora prometeu… – ele gritou em desespero.

E enquanto a amiga descia o pé calmamente sobre o pequeno, pronta para quebrar os ossinhos que restavam naquele corpinho, ele pôde ouvir as últimas palavras e a doce gargalhada da malvada Beattrice.

- Bobinho… Eu menti!

Fim!

* Se vc curte Giantess, certamente já se imaginou em uma das cenas acima. Na próxima Festa Desejo, serão feitas fotos para montagens como estas. Seja vc o pequenino e escolha o pé da Deusa pelo qual deseja ser esmagado.